O Xadrez e o Cavalo


Na vida pessoal e profissional, muitas vezes nos encontramos em um grande tabuleiro de xadrez (leia aqui um post de que eu falei), e alguns se comportam como meros peões, outros como bispos e rainhas, outros como o rei e outros como cavalos ou torres. Eu, se pudesse escolher, seria o cavalo. Por que o cavalo? É que no xadrez a peça que eu acho mais elegante na minha opinião é ela, que pode saltar sobre outras peças da mesma cor e também pode saltar por peças adversárias sem precisar derrubá-las para dar o xeque mate.

Além disso, o cavalo no xadrez também é bacana porque não precisa esperar nenhuma outra peça sair de sua frente para avançar, já que com seus movimentos diferenciados, e em jogadores mais ousados, acaba sendo logo a primeira a arriscar um xeque no rei adversário, ou o primeiro a derrubar a rainha, a segunda peça mais importante do jogo.


Na vida profissional ou pessoal é interessante levar esse aprendizado, que vem dessa elegante peça: tenha movimentações diferenciadas dos demais; salte por cima dos problemas e obstáculos que aparecerem na sua frente; nem sempre é necessário derrubar os adversários para ganhar algo que seja importante; se for ousado, não demore a dar o primeiro xeque.


Ando pensando muito em ser o cavalo nesse tabuleiro em que me encontro. As peças ainda continuam sendo jogadas, algumas com movimentações previsíveis e tolas, sem qualquer estratégia. Falta alguém, ou mais que um alguém, pra ser o cavalo no tabuleiro. E se estas peças aparecerem, o jogo aí sim vai ficar mais interessante e elegante. 


Acho que divaguei demais, né? No futuro eu passo outras jogadas e vocês irão entender. Até mais e boa semana.

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