Crônica: Dino Viaja


(ou on the road)

Por: Daniel Potenza



primeira parada. primeiro ato. hum... não sei que ato é este e não importa. sigo meu plano impulsivo: viajo. daqui, onde sinto o calor quase esquecido, encaro o frio que virá. vim pra ver se acostumo... não paro. e não sei que ato é este.

fotos e fotos quase um filme contado atropelado. londres, paris, amsterdam, dublin. sonho as histórias que ouço fossem minhas... serão. (curitiba). será?!

quero ir, quase preciso... ((me) encontrar)... mais um clichê sorri indecifrável da esquina próxima. nunca nunca paro.

olhos sinceros sugerem solidão. carregam um seiláoquê quase palpável. confessam histórias e culturas e provocações que nunca serão de mim ou deles. movimento de discurso. quase me acostumo. há horas sentei aqui. não paro.

(a paz dorme num canto aconchegado protegido do céu azul antes quase congelado...)

quase me engano. nada para.

fotos e fotos quase registram a parada. não sei se a primeira. seguem os atos...

fim do primeiro movimento... ou quase.

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